quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

NOVENA DO SANTO PADRE PIO DE PIETRELCINA A NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE POMPÉIA

NOVENA DO SANTO PADRE PIO DE PIETRELCINA A NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE POMPÉIA

DEVOÇÃO DAS TRÊS NOVENAS

Padre Pio depositava uma fé inabalável nas “Três Novenas” a Nossa Senhora do Rosário de Pompéia, recomendando-as muitas vezes a seus filhos espirituais nas cartas que lhes escrevia.
A “Novena a Nossa Senhora do Rosário de Pompéia” elaborada pelo Bem Aventurado Bartolo Longo, em 1879, deve ser rezada três vezes em seguida, para implorar graças nos casos considerados mais desesperados.
Padre Pio recomendava ainda que os que fizessem deveriam receber a “Comunhão diária em honra de Nossa Senhora” e rezar o Rosário inteiro, todos os dias da Novena. Our Lady of the Rosary of Pompeii2
NOVENA A NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE POMPÉIA
Para implorar graças nos casos mais desesperados
Ó Santa Catarina de Sena, minha Protetora e Mestra, vós que assistis do Céu aos vossos devotos quando rezam o Rosário de Maria, assisti-me neste momento, e dignai-vos rezar juntamente comigo esta novena à Rainha do Rosário, que estabeleceu o trono de suas graças no Vale de Pompéia, a fim de que, por vossa intercessão, eu obtenha a graça que desejo. Amém.
– Ó DEUS, vinde em meu auxilio.
– SENHOR, apressai-vos em me socorrer.

(Glória)
1. Ò Virgem Imaculada e Rainha do Santo Rosário, vós, nestes tempos de fé extinta e impiedade triunfante, quiseste estabelecer a vossa sede de Rainha e Mãe sobre a antiga Pompéia, morada dos mortos pagãos. E, desse lugar onde eram adorados os ídolos e os demônios, vós, hoje como Mãe da divina graça, espalhais, por toda a parte, os tesouros das celestes misericórdias. Oh! Volvei, também sobre mim, ó Maria, desse trono em que reinais piedosamente, os vossos olhos misericordiosos, e tende compaixão de mim, que tanto necessito do vosso socorro. Mostrai-vos também a mim, como a tantos outros vos tendes mostrado, verdadeira MÃE DE MISERICÓRDIA, enquanto eu, de todo o coração vos saúdo e vos invoco, ó soberana Rainha do Sacratíssimo Rosário. Amém.
(Salve Rainha)
2. Prostrado aos pés de vosso trono, ó grande e gloriosa Senhora, minha alma vos venera em meio dos gemidos e das angustias que pesam intensamente sobre ela. Nestes temores e agitações em que me encontro, levanto cheio de confiança os olhos para vós, que vos dignastes eleger, para vossa morada, as terras de pobres e abandonados camponeses. E ali, em face da cidade e do anfiteatro dos prazeres mundanos onde reinam o silencio e a ruína, vós, como RAINHA DAS VITÓRIAS, levantastes a vossa voz poderosa para chamar de todos os pontos da Itália e do mundo católico os vossos devotos e filhos para vos construírem um Templo. Ó Senhora, tende compaixão desta minha alma que jaz na miséria; tende piedade de mim que estou cheio de miséria e humilhações. Vós, que sois o extermínio dos demônios, defendei-me destes inimigos que me assaltam; Vós, que sois o SOCORRO DOS CRISTÃOS, tirai-me destas tribulações em que miseravelmente estou mergulhado. Vós, que sois a NOSSA VIDA, triunfai da morte que ameaça minha alma nestes perigos a que está exposta: restituí-me a paz, a tranqüilidade, o amor e a saúde! Amém.
(Salve Rainha)
3. Ah! Sabendo que são numerosos aqueles que têm sido por vós beneficiados, unicamente porque recorreram a vós com Fé, sinto novo desejo e coragem de vos invocar em meu socorro. Vós já prometestes outrora a São Domingos que, quem quisesse graças, com o vosso Rosário as obteria, e eu, com o rosário na mão, vos chamo, ó Mãe, ao cumprimento das vossas maternais promessas. Ainda agora, em nossos dias, operais contínuos prodígios, a fim de induzir os vossos filhos para vos honrarem no Templo de Pompéia. Quereis, pois, enxugar as nossas lágrimas, suavizar os nossos trabalhos! E eu, com o coração nos lábios, com viva fé, vos chamo e vos invoco: “Minha Mãe!”… Minha querida Mãe… Minha mãe tão bela!… Minha mãe dulcíssima, ajudai-me…” MÃE E RAINHA DO SACRATÍSSIMO ROSÁRIO DE POMPÉIA, não tardeis mais em estender-me a vossa mão poderosa para me salvar, pois a demora, como vedes, me levaria à ruína! Amém.
(Salve Rainha)
4. E a quem mais recorrerei eu, senão a vós, que sois o ALIVIO DOS AFLITOS, o CONFORTO DOS ABANDONADOS, a CONSOLAÇÃO DOS INFELIZES? Oh! Eu confesso, a minha alma é miserável, está sobrecarregada de enormes pecados, merece arder no Inferno, indigna de receber graças… Mas não sois vós a ESPERANÇA DOS DESESPERADOS, a grande MEDIANEIRA entre homem e DEUS, a nossa poderosa ADVOGADA junto ao trono do Altíssimo, o REFÚGIO DOS PECADORES? Oh! Basta que digais uma palavra, em meu favor, ao Vosso Filho e Ele vos ouvirá. Pedi-lhe, pois, ó Mãe, esta graça de que tenho tanta necessidade.
(Expõe-se a graça desejada)
Somente vós podeis obtê-la para mim. Vós, que sois a minha única esperança, a minha consolação, a minha doçura, e toda a minha vida. Assim espero! Amém.
(Salve Rainha)
5. Ó Virgem e Rainha do Sacratíssimo Rosário, vós que sois a Filha do PAI Celeste, a Mãe do Divino Filho, a Esposa do Espírito Septiforme. Vós, que tudo podeis junto à SANTÍSSIMA TRINDADE, deveis impetrar-me esta graça, que me é tão necessária, contato que não sirva de obstáculo à minha salvação eterna. (Expõe-se novamente a graça desejada) Eu vo-la rogo, pelo Coração de vosso adorável JESUS, pelos nove meses em que o trouxeste em vosso seio, pelos méritos dos sofrimentos de sua vida, pela sua cruel Paixão, pela Morte na Cruz, pelo seu Nome Santíssimo, pelo seu preciosíssimo Sangue. Peço-a, enfim, pelo vosso dulcíssimo Coração, pelo vosso nome glorioso, ó Maria que sois a ESTRELA DO MAR, a SENHORA PODEROSA, a PORTA DO CÉU, a MÃE DE TODAS AS GRAÇAS. Em vós confio, de vós tudo espero de bom. Vós me haveis de salvar! Amém.
(Salve Rainha)
– Tornai-me digno de vos louvar, ó Virgem Puríssima!
– Dai-me Força contra vossos inimigos!
– Rogai por nós, Rainha do Sacratíssimo Rosário!
– Para que sejamos dignos das promessas de Cristo!
OremosÓ Deus, cujo Filho Unigênito, por sua Vida, Morte e Ressurreição nos mereceu a graça da salvação eterna, concedei, nós vo-lo suplicamos, que meditando estes mistérios do Sacratíssimo Rosário da Bem–aventurada Virgem Maria, imitemos o que eles contêm e obtenhamos o que prometem. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.
(Acrescenta-se uma Ave-Maria pelo advogado Bartolo Longo.)
Oração a São Domingos e a Santa Catarina de Sena
Para obter graças de Nossa Senhora do Rosário de Pompéia
Ó Santo Sacerdote de Deus e glorioso Patriarca São Domingos, que fostes o amigo, o filho predileto e o confidente de Rainha Celeste, e tantos prodígios operastes por virtude do Santo Rosário; e vós, Santa Catarina de Sena, primeira filha desta Ordem e poderosa medianeira junto ao trono de Maria e junto ao Sacratíssimo Coração de Jesus, com quem trocastes o vosso coração; vós, meus diletos Santos, olhai para as minhas necessidades e tende compaixão do estado em que me vejo. Vós tivestes na terra o coração aberto a todas as misérias alheias, e a mão poderosa para mitiga-las; agora no Céu, não se diminuiu, nem a vossa caridade, nem o vosso poder. Pedi, oh! Pedi por mim, à Mãe do Rosário e ao seu Divino Filho, já que tenho grande confiança de que, por vosso intermédio, hei de conseguir a graça que tanto desejo. Amém.
(3 Glórias)
(1 Glória em honra de São Francisco de Assis e 1 em honra de Santo Tomás de Aquino, para obter o dom da pureza.)

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NOVENA DE AGRADECIMENTO
A NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE POMPÉIA

Depois de rezar a primeira novena e receber a graça, reza-se esta novena meditando os quinze mistérios do Rosário, como pediu Nossa Senhora. Diante da imagem da Santíssima Virgem do Rosário, acendam-se duas velas, se possível, e, ajoelhados, tendo nas mãos o Rosário, reza-se:
Ó Deus, vinde em meu auxílio,
Senhor, apressai-vos em me socorrer.
(Glória)
1. Eis-me novamente aos vossos pés, ó Imaculada Mãe de Jesus, que vos comprazeis em ser invocada como Rainha do Rosário do Vale de Pompéia.
Com alegria no coração, e com a alma compenetrada da mais viva gratidão, torno a vir a vós, minha generosa benfeitora, minha doce Senhora, soberana do meu coração; a vós que vos mostrastes verdadeiramente ser minha Mãe, Mãe que tanto me ama. Eu estava aflito, e vós me ouvistes, estava triste e me consolastes, estava em angústia e me restituístes a paz. Dores e penas de morte assaltaram meu coração, e vós, ó Mãe, do vosso trono de Pompéia, com um olhar compassivo, me serenastes o ânimo.
Quem se dirigi a vós com confiança, e não foi ouvido? Oh! Se todos soubessem quanto sois bondosa, quanto sois compreensiva com quem sofre, então todos recorreriam a vós!… Sede sempre bendita, ó Virgem Soberana do Rosário de Pompéia, por mim e por toda a humanidade, pelos Santos Anjos, por toda a terra como sois no Céu. Amém.
(Salve Rainha)
2. Mil graças rendo a Deus e mil graças a vós, ó Mãe divina, pelos novos benefícios que por vossa bondade e misericórdia me foram concedidos. Que teria sido de mim se tivésseis repelido os meus suspiros e as minhas lágrimas? Por mim vos agradeçam os Anjos do Paraíso, os Santos Apóstolos, os Mártires e os Confessores. Por mim vos agradeçam tantas almas pecadoras, salvas por vosso intermédio, que agora gozam no Céu a visão de vossa imortal beleza. Quisera que, juntamente contigo, todas as criaturas vos amassem e que o mundo todo repetisse o eco das minhas ações de graças. Que poderia eu vos oferecer, ó Rainha de piedade e magnificência?
A vida que me resta eu a consagro a vós, e a propagar por toda parte o vosso culto, ó Virgem do Rosário de Pompéia, por cujas preces a graça do Senhor me visitou. Promoverei a devoção do vosso Rosário, contarei a todos a misericórdia que me alcançastes, proclamarei sempre quanto fostes boa para comigo, de modo que até os indignos e pecadores como eu para vós se voltem com confiança.
(Salve Rainha)
3. Como vos chamarei eu, ó cândida Pomba de paz? Com que títulos vos invocarei, vós a quem os Santos Doutores chamaram Senhora de tudo criado por Deus, Porta da Vida, Templo de Deus, Raio de Luz, Glória dos Céus, Santíssima de todos os Santos, Mártir dos Mártires, Paraíso do Altíssimo?
Vós sois a tesoureira das graças, a onipotência suplicante, a própria misericórdia de Deus que desce sobre os infelizes. Mas sei também que é agradável ao vosso coração ser invocada como RAINHA DO ROSÁRIO DO VALE DE POMPÉIA.
E, assim chamando-vos, sinto a doçura do vosso místico nome, ó Rosa do Paraíso, transplantada no vale do pranto para suavizar os trabalhos dos degradados filhos de Eva; rubra Rosa de Caridade, cujo perfume é mais agradável que todos os aromas do Líbano, que com a fragrância da vossa suavidade celestial atraís ao vosso Vale os corações dos pecadores e os conduzis ao Coração de Deus. Vós sois a Rosa de eterno frescor que, regada pelos arroios das águas celestes, lançastes as vossas raízes sobre a terra ressequida por uma chuva de fogo. Rosa de intemerata beleza, que no lugar da desolação plantastes o Jardim das delícias do Senhor.
Adorado seja Deus que tornou o vosso Nome tão admirável! Bendizei, ó povos, bendizei o Nome da Virgem do Rosário, pois toda a terra está cheia de sua misericórdia. Amém.
(Salve Rainha)
4. No meio das tempestades que me tinham submergido, levantei meus olhos a vós, nova Estrela de esperança, aparecida em nossos dias sobre o vale das ruínas.
Da profundeza das amarguras ergui as minhas súplicas a vós, ó Rainha do Rosário de Pompéia, e experimentei o poder deste título que vos é tão caro.
Salve! Clamarei sempre, salve! ó Mãe de piedade, mar imenso de graças, oceano de bondade e compaixão.
As vossas glórias de vosso Rosário, as recentes vitórias da vossa coroa, quem as cantará dignamente? Vós, ao mundo, que se desprende dos braços de Jesus para se entregar aos de satanás, ensinastes a salvação naquele vale, onde o inimigo atirou as almas.
Vós calcastes, triunfadora, os alicerces dos templos pagãos e sobre as ruínas da idolatria pusestes o escabelo do vosso domínio. Vós mudastes a região da morte em vale de ressurreição e de vida, e sobre a terra dominada por vosso inimigo fundastes a cidade do refúgio, onde acolheis os povos para salvá-los.
Eis que os vosso filhos, espalhados pelo Mundo, ali vos ergueram  um trono, como sinal de vossos prodígios, como troféu de vossa misericórdia. Vós, desse trono, me chamastes também a mim, entre os filhos da vossa predileção; sobre mim, pecador, também repousou o olhar da vossa misericórdia.
Sejam benditas eternamente as vossas obras, ó Senhora, sejam benditos todos os prodígios por vós operados no Vale da desolação e do extermínio. Amém.
(Salve Rainha)
5. Ressoe em todas as línguas vossa glória, ó Senhora, e a tarde transmita ao dia seguinte o concerto das vossas bênçãos. Todos os povos vos chamem bem-aventurada, e bem-aventurada repercutam todas as plagas da terra, as mansões dos Céus. Três vezes bem-aventurada, também eu vos chamarei com os Anjos, com os Arcanjos, com os Principados; três vezes bem-aventurada com as angélicas Potestades, com as Virtudes dos Céus, com as Dominações supernas, bem-aventurada, vos aclamarei com os Tronos, com os Querubins e os Serafins.
Ó minha Soberana Salvadora, não deixeis de volver os vossos olhos misericordiosos sobre esta família, sobre esta nação, sobre toda a Igreja Católica apostólica. Sobretudo, não me negueis a maior das graças, isto é, que a minha fragilidade nunca me separe de vós.

OS QUINZE MISTÉRIOS DO ROSÁRIO 
segundo Padre Pio
Mistérios Gozosos
 (segundas e quintas-feiras)

(Após cada mistério, rezar um Pai Nosso, dez Ave Marias e um Glória)
  1. Anunciação: Ó Maria, cheia de graça, pela humildade que fez de ti a Mãe de Deus, obtém também para nós uma encarnação do Verbo na qual toda a Vontade divina possa cumprir-se.
  2. Visita de Maria Santíssima a Isabel: Ó Maria, Mãe Divina, dá-nos o fruto de teu ventre para que, com teu exemplo, possamos conquistar o nosso próximo para Jesus, com uma caridade maravilhosa.
  3. Nascimento do Menino Jesus: Ó Maria, mais terna das Mães, preenche o nosso coração de ternura por teu pequeno Jesus e dá-nos a paz prometida aos homens de boa vontade.
  4. Apresentação de Jesus no templo: Ó Maria, resplandecente de beleza na real oferta de teu Jesus ao templo, oferece-nos totalmente a Deus em ato de perfeita obediência.
  5. Reencontro de Jesus no templo: Ó Maria, eterna suavidade, conserva-nos Jesus no coração, mas, se desafortunadamente o perdermos, faz com que logo o reencontremos.
Mistérios Dolorosos
 (terças e sextas-feiras)
  1. Agonia de Jesus no horto do Getsêmani: Ó Jesus agonizante no horto das oliveiras, infunde-nos a força de superar os abandonos e as desolações do coração e dá-nos a contrição pela ofensa a Deus.
  2. Flagelação de Jesus: Ó Jesus adorado, faz que cada gota do sangue que derramaste de tuas mãos feridas seja voz poderosa que nos atraia a ti sem reservas, para que possamos oferecer-te todo o nosso ser.
  3. Coroação de espinhos: Ó Jesus escarnecido, reprime a vaidade da nossa imaginação, separa-nos do transitório e prende-nos àquilo que dura para sempre! Por teu Sacerdócio Santo, dá-nos sacerdotes santos.
  4. Cruz de Jesus: Ó Maria, Mãe sofredora, faze que contigo sigamos Jesus que se fez fraco para dar-nos força, que caiu para que pudéssemos nos levantar. Que nada nos afasta da subida do nosso Calvário, para chegar ao cume e ali morrer com Jesus, assistidos por ti, Mãe amorosa!
  5. Morte de Jesus na cruz: Ó Maria, Rainha dos Mártires, faze com que morramos para nós mesmos a fim de que possamos viver e morrer com Jesus e para Jesus. Que a nossa separação da terra seja um perfeito ato de amor e de sofrimento, um ansiado suspiro do “Encontro”.
Mistérios Gloriosos
 (quartas-feiras, sábados e domingos)
  1. Ressurreição de Jesus: Ó Eterna Amada, dá-nos a tua humildade, para que, quando morrermos, Jesus possa nos dizer: Vem, querida alma, eu mesmo quero levantar-te porque te fizeste pequena!
  2. Ascensão de Jesus ao céu: Flor da Trindade, guia-nos ao puro amor e faze-nos compreender que, na terra, só teremos de conhecer uma única tristeza: a de não ser santos.
  3. Descida do Espírito Santo: Mãe do amor maravilhoso, tu que experimentaste todas as doçuras, acende em nosso coração a chama sagrada que nos faça morrer de amor para atirar-nos no eterno abraço ao lado de ti e de nosso amado Pai.
  4. Assunção de Maria ao céu: Mãe dulcíssima, enquanto nos alegramos por tua gloriosa subida ao céu, faze com que também nós possamos subir em companhia de todas as almas de nossos irmãos.
  5. Coroação de Maria Santíssima: Ó Rainha do Paraíso, que, acima dos anjos e dos santos, estás à direita de Jesus, a ti suspiramos neste vale de lágrimas. Protege-nos e não nos abandones até nos veres salvos no céu abençoando e cantando as misericórdias de Deus.
Fonte: LEITE, Silvana Cobucci. Padre Pio, crucificado por amor. 1ª edição. Editora Loyola, 2003.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Os Católicos são idólatras? Adoram imagens? Saiba o que isso significa! Saiba posicionar-se!

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro


E QUANTO ÀS ACUSAÇÕES DE IDOLATRIA E ADORAÇÃO DE IMAGENS?
Tenho certeza que você, querido leitor, já se deparou com os questionamentos oriundos do meio protestante, nos quais, muitas vezes, somos acusados de idólatras e adoradores de imagens.
Os fundamentos das acusações normalmente são retirados do capítulo 20 do Livro do Êxodo e dos Salmos 115 (Heb), 4-8 (113, 12-16 na versão grega) e 134 (Heb 135) 15-18.
Vou demonstrar que tais citações e passagens não se aplicam às imagens católicas, muito menos aos ícones e estatuetas representativos da Santíssima Virgem Maria, de São José, dos santos, dos anjos e de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Vamos ver o que nos revela o capítulo 20 do Livro do Êxodo:
"1. Então Deus pronunciou todas estas palavras: 2. “Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito, da casa da servidão. 3. Não terás outros deuses diante de minha face. 4. Não farás para ti escultura, nem figura alguma do que está em cima, nos céus, ou embaixo, sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra. 5. Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás culto. Eu sou o Senhor, teu Deus, um Deus zeloso que vingo a iniqüidade dos pais nos filhos, nos netos e nos bisnetos daqueles que me odeiam, 6. mas uso de misericórdia até a milésima geração com aqueles que me amam e guardam os meus mandamentos. 7).”[1]
Em primeiro lugar, é preciso fixar-se no tempo, para verificar quando ocorreu o êxodo de Israel do Egito e qual a realidade vivida pelo povo naquela circunstância.
A narrativa se refere ao ano aproximado de 1250 a.C. (um mil, duzentos e cinquenta anos antes de Cristo), quando Moisés liderou a saída do povo israelita do Egito. Note-se que a Palavra diz claramente “que te fez sair do Egito”, principal e mais poderoso país da antiguidade, onde os hebreus permaneceram durante 400 (quatrocentos) anos desde a chegada de Jacó e seus filhos.
Em outras palavras e voltando um pouco mais no tempo, observa-se que Jacó e seus filhos, dos quais se originaram as 12 (doze) tribos de Israel, chegaram ao Egito por volta de 1650 a.C., deixaram o país dos faraós em 1250 a.C., tendo, portanto, a nação dos hebreus se formado a partir dos filhos de Jacó e permanecido no Egito durante 4 (quatro) séculos, período no qual foram paulatinamente reduzidos à condição de escravos, sendo, por fim, libertados pela mão poderosa de Deus e de seu instrumento Moisés.
Durante a longa estada no Egito, os descendentes de Jacó se multiplicaram de modo a constituir uma populosa nação dentro do próprio Egito, despertando, inclusive, a inquietação das lideranças egípcias.
Durante esses quatro séculos, os judeus, principalmente após a morte de José, filho de Jacó e Raquel, foram oprimidos e submetidos à cultura e à religião egípcia. Muitas vezes foram constrangidos a assumir o modo de vida egípcio, além de cultuar suas divindades e de esculpir monumentos em homenagem aos deuses do Egito.
Isso obviamente ofendeu muito a fé do povo israelita, lembrando que Israel era a única nação monoteísta do mundo antigo e formava o único povo que realmente conhecia a Deus. Muitos, no entanto, acabaram aderindo às práticas idólatras e politeístas dos egípcios, sendo intuitivo que houve grave prejuízo à identidade religiosa do povo de Israel, muito embora tal identidade em nada pudesse ser extinta por conta das promessas feitas por Deus ao patriarca Abraão.
Desta forma, já orientados e fixados no tempo, observa-se que, para compreender adequadamente a citação antes transcrita, também é preciso estudar a história do Egito e a sua religião, para, então, compreender o que real e verdadeiramente significam as expressões constantes no capítulo 20 do Livro do Êxodo.
Pois bem, vamos a um rápido estudo sobre a religião dos egípcios.
Como falado anteriormente, o Egito, como as demais nações do mundo antigo, era politeísta, ou seja, os egípcios adoravam a vários deuses, cada um deles com suas características e especialidades próprias. Além disso, a religião era baseada no culto de seres com representação antropozoomórfica, ou seja, que eram, no mais das vezes, parte humano e parte animal, ou, ainda, zoomórfica, quando a divindade cultuada tinha unicamente o aspecto animal.
A principal divindade cultuada pelos egípcios era “Amon-Rá” (vide à esquerda), cujos templos eram Luxor e Carnac. Tal deus era o “sol que dá vida ao país” e sua representação tinha a figura humana de um rei com duas plumas no lado direito da cabeça, sendo, por vezes, representado pelas figuras zoomórficas de um carneiro ou de um ganso. “Amon-Rá” era o “sol”, ou seja, conforme a referência bíblica antes mencionada, “aquele que está em cima, nos céus”, lembrando que os egípcios adoravam os astros, especialmente o sol. 
Amon-rá
 Outra divindade cultuada pelos egípcios era “Anúbis”, o chamado “mestre dos cemitérios”, que presidia as mumificações, pesava os corações dos mortos para saber-lhes a sorte que se adviria no além da vida. Este é o que estaria “debaixo da terra” e tinha a cabeça de cachorro selvagem (chacal) e corpo humano (vide imagem abaixo).
Anúbis
  As divindades que estariam “nas águas” ou “sobre a terra” poderiam ser claramente um dos tantos deuses com aspecto zoomórfico cultuados pelos egípcios, referidos como “aves, quadrúpedes e répteis” por São Paulo na Carta aos Romanos (Capítulo 1, versículo 23). Vários deuses egípcios tinham forma de crocodilo (sobeck, ligado à ideia de terror e aniquilamento, apontado como devorador do coração de outra divindade egípcia referia como Osíris), porco-formigueiro (Set, apontado como responsável pelas guerras e pela escuridão) ou cabeça de aves de rapina (Hórus, que era representado com cabeça de falcão, sendo cultuado como o protetor dos faraós).
Portanto, conforme a exposição acima, as imagens que Deus proibiu quando estabeleceu as condições de sua aliança são as figuras representativas dos deuses do Egito e, eventualmente, outros ídolos dos povos da Mesopotâmia, observando-se que por onde Moisés passava os ídolos desmoronavam, rotina que foi reeditada por Nosso Senhor Jesus Cristo quando de sua oportuna, necessária e breve passagem pelo Egito enquanto a Sagrada Família fugia das ira impiedosa de Herodes e se mantinha fora de sua jurisdição na Terra dos Faraós. Alguns dos deuses do Egito também eram cultuados na Europa pré-cristã, observando que o culto cristão fez ruir todos esses ídolos e Jesus assumiu definitivamente a condição de Luz do Mundo.
Isso significa dizer, conforme demonstrado, que as imagens que Deus proíbe são das imagens representativas dos ídolos pagãos, da religião egípcia e das suas influências que eram muito disseminadas no mundo antigo nos mais variados lugares.
Isso tanto é verdade que o próprio Deus, no mesmo Livro do Êxodo, porém agora no capítulo 25, versículo 18, mandou Moisés providenciar que fossem esculpidas imagens de dois querubins de ouro para serem colocados um de cada lado da Arca da Aliança. Mais diante, no Livro dos Números, capítulo 21, versículo 8, Deus mandou esculpir a imagem de uma serpente de bronze para curar os picados pelas serpentes que infestavam o acampamento; imagem esta que o próprio Jesus Cristo fez menção no Evangelho, comparando a elevação da serpente de bronze à sua própria elevação na cruz (João 3,14). Ainda mais um pouco, Deus ordenou a Salomão que esculpisse imagens de dois leões, bois e querubins para serem colocados no templo (I Reis 7, 29; e II Crônicas 3 e 4).


Isso deixa claro que as imagens proibidas são justamente aquelas que representam deuses pagãos, ou seja, os deuses do Egito, os quais foram “despedidos de mãos vazias” por Deus, pois eram usurpadores da glória que somente a Deus é devida. Com efeito, não é “Amon-rá” a luz do mundo, mas Jesus Cristo, o Filho de Deus.
Importa, igualmente, observar que, no Antigo Testamento, não havia e não se podia representar qualquer imagem de Deus, pois sequer seu Santo Nome podia ser pronunciado. Entretanto, sabemos que, em Cristo, Deus assume a forma humana, ou seja, encarna-se e se faz matéria, razão pela qual cremos, a partir de Cristo, a matéria se torna canal da graça de Deus. No Antigo Testamento, Deus não podia ser visto, porém, depois de Cristo, passa a ter uma imagem, Jesus Cristo, a imagem do Deus invisível, conforme Colossenses 1,15, lembrando, ainda, das palavras de Jesus: “Aquele que me viu, viu também o Pai” (João 14, 9).
Também lembramos que a Tradição nos ensinou que Jesus deixou sua própria imagem impressa no tecido utilizado por Verônica para enxugar a sua face durante o trajeto de Jesus com a cruz às costas rumo ao Monte Calvário.
Dessa forma, resumidamente, nós tempos imagens, porque o próprio Senhor Jesus é uma imagem do Deus invisível e por que Ele mesmo quis deixar sua imagem em nós e para nós.
Compreendida essa questão, precisamos definir de modo didático e acessível o que é “idolatria”, para, assim, deixar as pessoas tranquilas, confiantes e livres de qualquer inquietação, lembrando que tudo o que vem do Espírito Santo deixa a alma tranquila e em paz.
Antes, porém, observo que não é o objetivo desta pequena obra ser teológica, técnica, científica ou esquematizada em doutrinas e conceitos. O objetivo do autor é se fazer compreender por qualquer pessoa, seja qual for seu nível de escolaridade.
Portanto, convido você a exercitar a seguinte dinâmica para estabelecer o que é e o que não é “idolatria”.
Lembre que idolatria é algo que aponta para o mundo, ou seja, é essencialmente mundana, fazendo com que as pessoas esqueçam a Deus e se ocupem exclusivamente com coisas do mundo, com divertimentos, distrações, passatempos, passeios ociosos, prazeres, satisfação de deleites carnais, egocentrismo, secreta preferência de si mesmo, trabalho excessivo e atentatório contra a própria saúde, ganância (culto a Mamom). As devoções e a prática religiosa verdadeira, pelo contrário, abrem nossos olhos, livram-nos da cegueira espiritual e nos mostram o caminho para o Céu, nos fazendo relativizar tudo o que não contribui para a nossa salvação.
Entre as idolatrias modernas, além do que mencionei até aqui, também temos o trabalho excessivo[2] com o objetivo de ter tudo o que foi mencionado no parágrafo anterior, a corrupção e todos os pecados referentes a obtenção ilícita de dinheiro, o apego às vaidades, o culto do corpo, das aparências, das ilusões, o apego às próprias convicções. Quantos que arruínam a própria saúde e a própria vida motivados por ganância e vaidades!
Insisto, idolatria é tudo que aponta para o mundo e que nós colocamos no lugar de Deus, muitas vezes sufocando a verdade ou, como se diz popularmente, “tapando o sol com a peneira”.
Uma pessoa que passa duas horas na frente de um televisor assistindo um filme, novela ou jogo de futebol e não tem tempo para rezar um terço ou para ir à Missa é um idólatra, pois dedica seu tempo unicamente a coisas que não levam à salvação e não remetem a Deus. Com efeito, quem se entrega às distrações do mundo desperdiça precioso tempo destinado à nossa salvação e à obtenção de méritos para a eternidade.
Quem trabalha demais para ter um padrão de vida “invejável” e não tem tempo para Deus é um idólatra, pois bem sabe que não levará nada de seus esforços após sua morte.
Tudo o que colocamos no lugar de Deus ou que nos mantém distraídos durante o tempo que temos para buscá-Lo é idolatria, com clara e evidente violação do primeiro mandamento: “Amar a Deus sobre todas as coisas”.
Lógico que precisamos trabalhar, descansar e ter momentos de lazer, mas isso não pode nos consumir a ponto de não sobrar tempo algum para Deus, pois sempre temos tempo para aquilo que amamos.
É uma questão de prioridades que exige uma ponderação equilibrada, até por que há formas de estar unido a Deus mesmo em meio às ocupações habituais, o que significa dizer que o trabalho produtivo não é empecilho à união com Deus, mas o trabalho feito com excessos motivados pela ganância e pela ilusão incontida de ter sempre mais e ostentar um padrão de vida opulento que configura idolatria, pois a pessoa se distrai, perde o foco do Céu e desperdiça tempo precioso esquecendo-se de Deus.
Como todos sabemos, as coisas do mundo ficam não mundo, ao passo que o que é Deus está em Deus. Quem não ajunta bens espirituais em Cristo, ocupando-se em acumular bens materiais, na verdade espalha e perde tais bens, ou, com diz a Palavra: “Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furam e roubam. Ajuntai para vós tesouros no céu (...). Porque onde está o teu tesouro, lá também está o teu coração” (Mateus 6, 19-20) e “Quem não está comigo está contra mim; e quem não ajunta comigo, espalha” (Mateus 12, 30).   
O equilíbrio na administração dos bens vem com a consciência e a sobriedade, pois o Senhor bem sabe que precisamos dos bens materiais, porém exige que priorizemos o Reino, prometendo que “todas essas coisas vos serão dadas em acréscimo” (Mateus 6, 33).
No mais, observo que o diabo é um mestre distraidor! Um astuto estrategista do ócio e das ocupações inúteis!
As distrações nos prendem ao mundo, nos fazem perder tempo precioso e nos fazem esquecer o Céu, enfim, nos entorpecem e nos adormecem. A graça, no entanto, nos sacode: “Desperta tu que dormes” (Efésios 5, 15).
Note-se que, não por acaso, as pessoas que mais ganham dinheiro no mundo são justamente as pessoas que “vendem” distrações, enfim, tudo o que nos faz perder tempo com coisas que não levam à salvação e nos fazem esquecer de Deus, único, eterno e imutável bem.
Isso tudo que nos ocupa e nos faz esquecer Deus é idolatria!
A fé verdadeira e a graça de Deus dispensada por Maria Santíssima, pelo contrário, aponta para o Céu e nos faz trocar as coisas do mundo pelo Reino dos Céus, nos faz aproveitar bem o tempo para cooperar com nossa salvação e obter méritos para a eternidade, além de ajudar as outras pessoas a seguirem o mesmo caminho.
Assim exortou o Apóstolo: “Vigiai, pois, com cuidado sobre a vossa conduta: que ela não seja conduta de insensatos, mas de sábios que aproveitam ciosamente o tempo, pois os dias são maus” (Efésios 5, 15-16). Assim já havia ensinado o Senhor: "Vigiai, pois, porque não sabeis a hora em que virá o Senhor” (Mateus 24, 42).
As devoções estimuladas pela Igreja têm justamente o objetivo de nos centrar na fé verdadeira e nos direcionar para o Céu, nos encorajando a colocar em prática os ensinamentos de Jesus e viver sempre na sua companhia, aproveitando o precioso tempo que temos.
 O calendário litúrgico nos permite aproveitar bem o tempo durante o ano todo.
 Feitas estas observações, pergunto a você: A devoção à Santíssima Virgem Maria nos fixa no mundo ou nos remete e nos faz lembrar o Céu?
Lembrem-se do que falou Nossa Mãe Maria Santíssima nas Bodas de Caná, quando disse: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (João 2, 1-12).
É lógico que Maria nos remete ao Céu! Nos encaminha para o Céu! Maria nos desperta da cegueira e nos mantém acordados durante nossa peregrinação na terra.
Mesmo quando nos socorre em relação a necessidades unicamente temporais, como é o caso de desemprego, problemas de saúde ou outras situações aflitivas, Maria sempre tem em vista o Céu e, além da graça que socorre a situação momentânea, assinala seus filhos e os chama ao convívio de Jesus Cristo, convívio do qual Maria desfruta desde sempre, juntamente com o Patriarca São José. Lembre que uma mãe quando leva um filho à escola ou quanto o repreende e castiga, faz isso para o bem do filho e para que a criança tenha um bom futuro e uma boa formação, mas sempre a leva para casa depois das aulas, sempre mantém o filho perto de si na segurança e no aconchego do ambiente familiar.
Lembre que Maria é fidelíssima esposa do Espírito Santo e, assim como as obras do Paráclito são sempre completas, observamos que quando a Mãe do Senhor nos ajuda em questões temporais, também nos encaminha nas questões espirituais de modo que, quando ajuda uma pessoa a obter um bom emprego, Maria também deixa nesta mesma pessoa marcas tão profundas que ela vai, por conta da graça de Deus dispensada por Maria, acabar encontrando Jesus e sendo salva por Ele.
Então a devoção à Santíssima Virgem não é idolatria!... A devoção a São José não é idolatria!... As devoções legitimamente autorizadas pela Igreja não são idolatria!...
Mas, por outro lado, observamos que a preocupação exagerada com a forma do corpo, com a ostentação de uma vida rica, o apego exagerado às coisas, às pessoas, ao dinheiro, ao futebol etc. nos prendem ao mundo e nos fazem perder tempo com coisas mundanas, sendo, justamente por isso, a verdadeira idolatria dos tempos modernos.
Há também a idolatria das personalidades, das doutrinas, das opiniões, da vontade própria, do desejo de colocar-se no “centro”.
Isso tudo nos prende ao mundo, nos cega e nos faz perder tempo com coisas do mundo, isso tudo é idolatria.
Por fim, lembremos que tudo o que fazemos em Maria e por Maria, fazemos em Cristo e por Cristo, pois Maria, como demonstrado noutro momento, encaminha tudo para Cristo. Tudo o que consagramos a Maria, Ela consagra a Cristo; tudo o que pedimos a Maria, Ela pede por nós a Cristo; tudo em Maria remete a Cristo, sendo insensatez e irresponsabilidade pensar o contrário.

* O Trecho acima é parte integrante do livro "Por que sou devoto de Maria?!" de Marcos Suzin. Em caso de utilização deste conteúdo, favor citar a fonte e observar a Lei no tocante aos direitos autorais.







[1] Êxodo, 20 - Bíblia Católica Online
[2] Workaholic. Que ou quem é viciado em trabalho; trabalhador compulsivo.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Oração de Descontaminação -




Oração de Descontaminação

Pelo Sinal da Santa Cruz, livrai-nos, Deus, nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Eu, em nome de Jesus Cristo, ordeno que saia de mim, todo espírito de contaminação. Eu, em nome de Jesus Cristo, corto de mim, toda contaminação espiritual, toda a fúria do demônio, toda a seta e todos os dardos inflamados do inimigo. Eu, em nome de Jesus Cristo te proíbo de tocar em mim. Eu, em nome de Jesus Cristo, corto de mim toda  maldição, todo jugo hereditário negativo. Eu me lavo agora juntamente com todos os meus no Sangue de Jesus. Eu me escondo agora sob a proteção do Altíssimo e tomo posse do poder do Espírito Santo. E me abrigo agora sob o Manto protetor da Virgem Maria e da sua intercessão e da intercessão de todos os Anjos e Santos. Amém.

O Sangue de Cristo que lava e liberta me lave e liberta e cubra com o seu poder a nós e nossas famílias. (Três vezes)

A Cruz Sagrada seja a minha luz, não seja o dragão o meu guia, retira-te Satanás. Nunca me aconselhes coisas vãs. É mau o que me ofereces. Bebe tu mesmo teu próprio veneno. Pelo Sinal da Santa Cruz, livrai-nos, Deus, nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Creio em Deus Pai... Pai  Nosso... Ave-Maria... (Fonte: Livro Há poder de Deus - passos para vida pessoal de oração de Ironi Spuldaro)